Blog da Rede de Apoio a Fonoaudiologia do Rio Grande do Sul (Conselho Regional de Fonoaudiologia da 7ª Região e Sindicato dos Fonoaudiólogos do Estado do Rio Grande do Sul)
Utilidade Pública: Fonoaudiólogos do RS
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Neuroaudiologia e Linguagem - Dra Ana Alvarez
Serão dois encontros: um de atualização e um de studio de materiais.
Vejam abaixo a programação.
Em anexo ficha de inscrição.
Organização:
Ana Alvarez
Mariana Guedes
Maria Elza Dorfman
1) Curso Express: Atualização em Neuroaudiologia
Data: 09 de outubro de 2010
- Ocultar texto das mensagens anteriores -
a. Processos de Escuta: introdução à Neuroaudiologia;
b. Percepção de Fala e o Processamento Auditivo;
c. Triagem das Habilidades Auditivas Centrais;
d. Avaliação Comportamental do Processamento Auditivo: novas tendências;
e. Processamento Auditivo em Adolescentes, Adultos e Idosos;
f. Plasticidade Neural
g. Habilitação Auditiva em casos de comorbidade:
i. PA e TDAH;
ii. PA e Dislexias (fonológicas e mistas)
iii. PA e Próteses Auditivas
iv. PA e Implante Coclear
v. PA em transtornos não verbais e déficits pragmáticos
2) Escuta Ativa Studio
Data: 04 de dezembro de 2010
a. Elaborando materiais para o treinamento auditivo
b. Programas de edição de áudio disponíveis na WEB e no mercado fonoaudiológico
c. “lé com lé, cré com cré...” estratégias específicas para cada habilidade auditiva
d. Foco em atenção e memória: dê trabalho ao cérebro!
e. Aprenda com nossos casos
OBS.: Será fornecido material para a criação e elaboração de estratégias.
Sugere-se levar notebook para a parte prática.
Valores:
Formas de pagamento, cheques:
( ) à vista: R$ 300,00 – até 31/08/10
( ) 2 parcelas de R$ 160,00 – 31/08/10 e 30/09/10
( ) 2 parcelas de R$ 200,00 – 05/10/10 e 05/11/10
Pagamento com cheque(s):
- Especificar Banco: Agência
Números(s) do(s) cheque(s)
- Enviá-lo(s) à Bie Livros, Rua Giordano Bruno, 378 – Rio Branco – Porto Alegre/RS
CEP: 90420-150
Telefones : (51) 30194639 - 3331-5090
curso de Atualização em Neuroaudiologia – Processamento Auditivo
Data: 02 de outubro de 2010
a. Processos de Escuta: introdução à Neuroaudiologia;
b. Percepção de Fala e o Processamento Auditivo;
c. Triagem das Habilidades Auditivas Centrais;
d. Avaliação Comportamental do Processamento Auditivo: novas tendências;
e. Processamento Auditivo em Adolescentes, Adultos e Idosos;
f. Plasticidade Neural
g. Habilitação Auditiva em casos de comorbidade:
i. PA e TDAH;
ii. PA e Dislexias (fonológicas e mistas)
iii. PA e Próteses Auditivas
iv. PA e Implante Coclear
v. PA em transtornos não verbais e déficits pragmáticos
2) Escuta Ativa Studio
Data: 04 de dezembro de 2010
a. Elaborando materiais para o treinamento auditivo
b. Programas de edição de áudio disponíveis na WEB e no mercado fonoaudiológico
c. “lé com lé, cré com cré...” estratégias específicas para cada habilidade auditiva
d. Foco em atenção e memória: dê trabalho ao cérebro!
e. Aprenda com nossos casos
OBS.: Será fornecido material para a criação e elaboração de estratégias.
Sugere-se levar notebook para a parte prática
inscrições:
Bie Livros, Rua Giordano Bruno, 378 – Rio Branco – Porto Alegre/RS
CEP: 90420-150Telefones : (51) 30194639 - 3331-5090
Curso: A Atenção Como Ponto Central da Aprendizagem
Renata Savastano Ribeiro Jardini -Fonoaudióloga CRFa. 4028 Psicopedagoga pela Unicep Mestre e Doutora pela Unicamp
Público alvo:
Educadores, psicopedagogos, fonoaudiólogos, psicólogos, pais e interessados em geral.
Objetivos:
· Compreender a dicotomia entre atenção X concentração.
· Compreender onde reside a atenção na aprendizagem.
· Ampliar recursos para o desenvolvimento da atenção em si próprio.
· Conhecer estratégias para estimular o desenvolvimento da atenção em outros.
· Vivenciar exercícios para esses fins.
Carga Horária:
· 8 horas.
Programa:
· 1º período:
- Definição de atenção;
- Definição de concentração;
- Controvérsias e paradigmas sobre o TDAH;
- A atenção como centro da aprendizagem;
- Funções neuropsicológicas envolvidas na atenção;
- Exercícios práticos para se obter Atenção Plena.
· 2º período:
- Exercícios práticos e vivências envolvendo: não-ação; conhecimento corporal; treinamento dos sentidos e sensações; memória; leitura; processamento auditivo, espacial, temporal; cognição e volição.
Data: 06 de Novembro de 2010 ( Sábado )
Local: Teatro do CIEE - Dom Pedro ll, 861 - Porto Alegre - RS
Horário: Início: 8:30 as 18:00hs -
Investimento: R$ 180,00 , até 30 de Setembro
Após R$ 220,00
Inscrições até dia 15 de Outubro-BIE LIVROS: Rua Giordano Bruno, 378 - Rio Branco - Porto alegreFone/Fax (51) 3331.5090 - 3019.4639 - E-mail: biecursos@terra.com.br
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Texto sobre Sexualidade e Deficiência, produzido pela Professora Sônia Hoffman
NOSSA PREPOTÊNCIA; UM TSUNAMI EM NOSSO ORGULHO.
Escrito por Sonia B. Hoffmann
11 de agosto de 2010
Sexualidade é um tema nem sempre tratado com naturalidade e espontaneidade pela grande maioria das pessoas, pois esta tarefa implica o (re)conhecimento e a confrontação de valores, conceitos e preconceitos tão bem guardados e até mesmo escondidos nas profundezas da nossa intimidade. A vinda à tona de determinados sentimentos, pensamentos e atitudes provoca, por sua vez, a saída ou o abandono de um lugar no qual
nos abrigávamos à sombra de uma comodidade alienante. Querendo, a todo custo, evitar em nós o surgimento de constrangimentos e mal-estar nos convencemos de que os conhecimentos já elaborados nos são suficientes e nada mais precisa ser repensado.
Deficiência é outro tema que também nem sempre é tratado com naturalidade e espontaneidade pela grande maioria das pessoas, pois está constantemente revestida com nossos mitos, tabus e fantasias - frutos do desconhecimento e do grande receio que ainda trazemos em nos percebermos como aprendizes do convívio com a diferença. Esta dificuldade revela nossa incapacidade em considerar que os episódios da vida acontecem e se desenvolvem não apenas pelos modelos convencionais estipulados pelo homem, mas também por vias alternativas. A Aceitação desta possibilidade implica a educação e a recomposição dos nossos sentimentos, pensamentos e atitudes e muitas vezes não estamos dispostos a tais mudanças porque isto significa a exposição das nossas vulnerabilidades. Como ainda temos a tendência exacerbada de pensar que não possuímos estas vulnerabilidades, lacunas ou inadequações, preferimos nos isolar na pseudo serenidade tecida pela negação e, de vez em quando, nos permitimos algumas lágrimas diante da dor e da necessidade do outro para não esquecermos de que, afinal de contas, somos seres humanos.
A conversação sobre sexualidade e deficiência é menos ainda estabelecida de modo natural e espontâneo pela maioria da grande maioria das pessoas porque, se isoladamente a abordagem da sexualidade e da deficiência consiste overdoses para a nossa prepotência quanto a sermos detentores de supostos saberes, esta associação agora representa um verdadeiro tsunami para o nosso orgulho em reconhecermo-nos como seres limitados, falíveis e medrosos. Assim, para adiarmos a erupção dos nossos melindres, negligenciamos, tangenciamos ou até mesmo omitimos a realidade da presença da sexualidade nas pessoas com deficiência.
Mas como evitar falar em deficiência quando esta pode surgir a qualquer momento na vida de qualquer pessoa? Mas como evitar conversar sobre a sexualidade quando esta sexualidade, sem prevenção e desorientada, pode causar a deficiência ou a deficientização a partir de doenças sexualmente transmissíveis, estupros e violências? Com frequência, vivenciamos duas espécies de discursos: um, completamente encharcado por um narcisismo institucional ou intelectual, banaliza tanto sexualidade quanto deficiência a uma simples frase "todos somos iguais" e não o somos; outro, repleto de vitimização e de indigência intelectual, reduzindo a omissão de comportamentos interativos à frase "não estamos preparados para isto", quando nem todos estamos e somente passamos a nos enriquecer com estes conhecimentos na busca da (in)formação e na convivência diária com a diferença. Como nos sentiríamos ao conviver com pessoas que tudo sabem e tudo podem, não abrindo espaços para intercâmbios e trocas desde sociais até afetivas? Como nos sentiríamos ao procurarmos o médico e ele nos dissesse que, em sua formação, não recebeu conhecimento sobre o tratamento da nossa patologia e não se mostrasse disponível à atualizações? Agora, que tal nos colocarmos nestas situações e procurarmos entender o que acontece quando deste modo nos comportamos em relação aos outros?
Assim procedendo, talvez tenhamos mais facilidade para o entendimento de que falar sobre sexualidade, sobre deficiência e sobre sexualidade e deficiência é um convite à aprendizagem da escuta do outro, da leitura das suas necessidades nas entrelinhas do seu estar no mundo, percebendo nuances e particularidades que o tornam individual e singular. Mais do que isto, possamos perceber então que falar sobre sexualidade e sobre deficiência significa falar de e em nós - frágeis seres humanos transfigurados pelas máscaras culturais que determinam papéis, funções e comportamentos estereotipados para todos.
Talvez, esta reflexão pareça cruel e assemelhe-se a uma incisão cirúrgica de grandes proporções em nosso ego. No entanto, que mudanças acontecem sem mudanças, sem remexidas, sem oxigenações? Análise, avaliação e descarte de muitos de nossos sentimentos, pensamentos e atitudes podem causar muita dor, mas geralmente dói mais ainda nos darmos conta de que estamos nos tornando reféns da nossa ignorância e gerando constrangimentos e sofrimentos para nós mesmos e para os outros através da frieza, da omissão e da intolerância.
Hoje, expressões como acessibilidade e desenho universal estão bastante presentes e muitas pessoas logo associam tais expressões à construção de rampas, colocação de pisos táteis, aquisição de tecnologias assistivas e de tantas outras facilidades para a mobilidade social das pessoas com deficiência. No entanto, em todo este processo, a antiga e tão real "barreira atitudinal" é quase sempre deixada de lado. É excelente termos escolas ou espaços na área da saúde instrumentalizados ergonômica e tecnologicamente para o recebimento de pessoas com deficiência, mas em quantos destes locais estas mesmas pessoas deixam de participar porque não houve o acolhimento humano indispensável para uma intercomunicação efetiva?
A convivência e o desenvolvimento da atividade profissional implicam reeducar-se com um olhar sensível e uma escuta disponível às próprias dificuldades e facilidades, direcionando o hábito deste comportamento para as demais pessoas. Então, juntos organizarmos e construirmos as estratégias compatíveis para o atendimento das necessidades específicas de uma determinada deficiência para que, através da corresponsabilização e do trabalho em rede, possamos envolver nosso grupo social nas mudanças atitudinais.
Informações sobre sexualidade e sobre deficiência estão circulantes em livros, mídias, campanhas e tantas outras criatividades na ânsia pelo enfrentamento ao desconhecimento, mas quantas destas informações estão verdadeiramente disponíveis de forma adequada ao entendimento, assimilação e compreensão pela pessoa com deficiência? Vamos a um pequeno exercício da nossa prática. Em um determinado posto de saúde há um local para a disponibilização de preservativos. Quais são os mecanismos empregados pelos profissionais deste posto para a informação efetiva de uma pessoa com deficiência visual sobre a existência deste local? Quem ocupa-se com o esclarecimento desta pessoa sobre o modo de usar este preservativo se na embalagem há indicações? No entanto, estas indicações não são úteis para a pessoa com deficiência visual, pois ela obviamente não tem acesso as mesmas. Em uma determinada escola, o professor desenvolve com seus alunos uma atividade sobre sexualidade e, injustificavelmente, é comum que deixe de lado o aluno com deficiência e passe esta responsabilidade para um professor especializado, esquecendo-se de que, na verdade, ele é o responsável pelo processo educativo inclusive daquele aluno e de que o professor especializado tem como uma das funções a coconstrução, junto a este professor, de esclarecimentos e estratégias específicas e não a sua substituição.
Os constantes alertas trazidos pelas estatísticas e pela observação da realidade mostram-nos que "as coisas não vão bem" e, por isto e muito mais, torna-se urgente repensar nossa prática profissional e desenvolver o bom-senso, admitindo que a vaidade que impulsiona atitudes inadequadas é tão prejudicial quanto a timidez que sustenta a omissão.
É preciso equipar-se mas não apenas de tecnologias, de informações nas diversas áreas do conhecimento e de estratégias, mas principalmente de sensibilidade para interagir com a diferença se quisermos realmente combater o vírus do preconceito e nos libertarmos da ignorância.
O Desenvolvimento Infantil Sob O Olhar da Neurociência e da Psicanálise
Objetivo
Apresentar e trabalhar os conceitos da Neurociência e da Psicanálise, tendo em vista os indicadores clínicos para um adequado desenvolvimento infantil. Esta proposta visa a um entendimento interdisciplinar do desenvolvimento. Assim, o curso abordará os períodos críticos na estruturação neuropsicomotora e seus desenlaces, isto é, que sequência de acontecimentos devem necessariamente ocorrer para que uma criança não esteja em risco na sua constituição como sujeito. O curso também se propõe a abordar os transtornos do desenvolvimento, referindo-os ao que falhou nos períodos críticos anteriormente citados. Para isso, serão utilizados principalmente casos clínicos e vídeos de crianças no seu dia a dia.
Público-alvo
Acadêmicos e profissionais da área da saúde e educação.
I
dentificação
Período: 21 de setembro a 07 de dezembro de 2010
Horário: Terça-feira (quinzenalmente) das 20h às 22h
Carga horária: 12h
Inscrição: Inscrições até o dia 20/09
Local: Campus II * O local será informado via e-mail antes do início da atividade.
Certificado: Para a certificação, mínimo de 75% de frequência.
Ministrantes
Fernanda da Silva Gonçalves
Pediatra, neuropediatra, mestre em Pediatria (UFRGS), neuropediatra do SEMSAS-NH.
Simone Mädke Brenner
Psicóloga, psicanalista, especialista em psicologia infantil, membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre e psicanalista convidada na qualidade de Avaliadora na Pesquisa Multicêntrica de Indicadores Clínicos de Risco para o desenvolvimento infantil da USP (em 2005 e 2006).
Realização
Coordenação: Lisiane Machado de Oliveira Menegotto
Promoção: Feevale – Instituto de Ciências Humanas Letras e Artes – Curso de Psicologia
Organização: Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários - Proacom
site:http://www.feevale.br/extensao/curso-o-desenvolvimento-infantil-sob-o-olhar-da-neurociencia-e-da-psicanalise-1
sábado, 21 de agosto de 2010
Congresso Virtual de Fonoaudiologia Neonatal
Confiram a programação, diversos palestrantes gaúchos.
III JORNADA ACADÊMICA DE FONOAUDIOLOGIA UFCSPA 09, 10 E 11 DE SETEMBRO
III JORNADA ACADÊMICA DE FONOAUDIOLOGIA UFCSPA
09, 10 E 11 DE SETEMBRO
Inscrições e informações pelo site: http://fono2011.jimdo.com/
INVESTIMENTO:
JORNADA E UMA OFICINA
ALUNOS UFCSPA 10,00
ALUNOS OUTRAS UNIVERSIDADES 15,00
FONOAUDIÓLOGOS/PROFISSIONAIS DA SAÚDE/PROFESSORES: 20,00
APENAS OFICINA 15,00
Garanta Já a sua inscrição, OFICINAS com vagas limitadas!
Inscrições no local sujeitas a disponibilidade de vagas!!!!
Lembre-se: As Oficinas possuem vagas limitadas, dessa forma, a sua inscrição e a confirmação de pagamento devem ser feitas o mais rápido possível para que a sua vaga possa ser garantida.
ENTREGA DE CERTIFICADO PARA OS PARTICIPANTES COM 75% DE PRESENÇA EM TODO O EVENTO.
ENVIO DE RESUMO PARA EXPOSIÇÃO DE PÔSTER DEVEM SER ENVIADOS ATÉ 02/09 PELO SITE.
PARA ENCERRAR A JORNADA, TEM FESTA DIA 11/09 A partir das 23:00h NO DHOMBA http://dhomba.com.br/site/
Com desconto para os inscritos na jornada!!!!!! Ingresso fica R$ 10,00
O Dhomba fica na R. General Lima e Silva, 1037 - Cidade Baixa
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Sobre os deputados federais que votaram a favor do ATO MÉDICO
Deputados TARJA PRETA que votaram A FAVOR DO ATO MÉDICO NÃO MERECEM O NOSSO VOTO!
Para saber mais sobre o Ato Médico, clique aqui: http://www.atomediconao.com.br/
terça-feira, 17 de agosto de 2010
UNIRITTER: Seminário Internacional Linguagem, Interação e Aprendizagem - VII Seminário Nacional Linguagem, Discurso e Ensino

TEMÁTICAS DOS SIMPÓSIOS
.
Literatura e formação de leitores
Coordenação
Prof. Dr. Regina Zilberman (UFRGS/UniRitter) – regina_zilberman@uniritter.edu.br
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Processos de desenvolvimento da leitura e da escrita
Coordenação
Prof. Dr. Neiva Tebaldi Gomes (UniRitter) – neiva_gomes@uniritter.edu.br
Prof. Dr. Maria Alvina Pereira Mariante (UNIVATES) – smariante@hotmail.com
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Linguagem e mediações tecnológicas
Coordenação
Prof. Dr. Leny da Silva Gomes (UniRitter) – lenyg@uniritter.edu.br
Prof. Ms. Túlio Medeiros (UFPel) – ctulio@usp.br ou tulio@tebrs.com
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Letramento e educação de jovens e adultos
Coordenação
Prof. Ms. Maria Luiza de Souza Moreira – maria_moreira@uniritter.edu.br
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Linguagem e subjetividade
Coordenação
Prof. Dr. Vera Pires (UniRitter) – vera_pires@uniritter.edu.br
Prof. Dr. Noeli Reck Maggi (UniRitter) – nrmaggi@uniritter.edu.br
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Literatura e processos de produção cultural
Coordenação
Prof. Dr. Rejane Pivetta de Oliveira (UniRitter) – repivetta@uniriter.edu.br
Prof. Dr. João Cláudio Arendt (UCS) – jcarendt@ucs.br
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Relações entre a expressão gráfica verbal e a visual: estrutura e figuras de linguagem
Coordenação
Prof.Dr. Luiz Vidal de Negreiros Gomes – vidalgomes@uniritter.edu.br
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Questões cognitivas e culturais de ensino-aprendizagem de LE
Coordenação:
Prof. Dr. Beatriz Fontana (UniRitter) – beatriz_fontana@uniritter.edu.br
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Literatura, memória e oralidade
Coordenação
Prof. Dr. Regina da Costa da Silveira (UniRitter) – regina_silveira@uniritter.edu.br
.
Variação e mudança linguística
Coordenação
Prof. Dr. Maria José Blaskovski Vieira (UFPel) – blaskovskivi@yahoo.com.br
FOI PROFESSORA DE LINGUÍSTICA I E II DO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA DO IPA
I Jornada das Clínicas de Saúde
Data : 25 de Agosto de 2010.
Local : Hospital de Aeronáutica de Canoas - Auditório Santos Rocha
Investimento:1 Kg de alimento não perecível (entregue no dia do evento)
Inscrições
As inscrições podem ser feitas até 22 agosto de 2010 via e-mail.
domingo, 15 de agosto de 2010
Algumas indicações de vídeos do CEV-São Paulo
Eu acho bastante legal para divulgação. Há diversas entrevistas da Dra Mara Behlau no Canal do CEV no youtube: http://www.youtube.com/user/CEV08
Claudio Gabana - Fonoaudiólogo (Crefono 8833-RS/T-RJ - 1ª Região-RJ)
Mestrando em Ciências Médicas da UERJ
Formado pelo Centro Universitário Metodista IPA (Turma 2005/2)
sábado, 14 de agosto de 2010
A QUEBRA DO PARADIGMA DA AUDIOLOGIA OCUPACIONAL - por Luciana Fritsch e colaboradores
A Audiologia ocupacional, hoje no Brasil, vive um paradigma, que, para muitos fonoaudiólogos parece imutável; estão aptos a “vender audiometrias”, enquanto essa venda é o início de um processo dinâmico e contínuo de trabalho multidisciplinar com o objetivo de prevenir e estabilizar as Perdas Auditivas Ocupacionais. Por esse motivo é de urgência extrema que os fonoaudiólogos se unam para entender que podemos muito mais que somente a venda de exames. Só assim esse paradigma terá um bom motivo para ser “quebrado”.
Apesar da situação atual, todos nós sabemos da necessidade da Audiologia dentro da empresa. A falta de conhecimento na nossa própria área gera o desconhecimento de todos. “Vendemos” as audiometrias unicamente por estarem impostas na NR 07, em seu anexo I do Quadro II.
Sabe-se que em 08/06/1978 foi proposta a Norma Regulamentadora 04, que indica quais são os profissionais que fazem parte do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho, com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho. O dimensionamento desses serviços vincula-se à graduação do risco da atividade principal e ao número total de empregados do estabelecimento, de acordo com os graus de risco em que a empresa se enquadra, propostos nos quadros em anexo dessa mesma norma. Ressalto que em momento algum essa Portaria limita a contratação de outros profissionais, desde que necessários. Justamente por essa NR não limitar a entrada de outros profissionais está ocorrendo a união de outras áreas da saúde, a fim de serem efetivados nas empresas juntamente ao SESMT.
Tal união só ocorre pela força e “vaidade” desses profissionais na hora de venderem e apresentarem seus serviços. A exemplo disso cito o projeto de lei da Odontologia destinado ao Congresso Nacional, que refere a importância da inserção de seus serviços na Saúde Ocupacional . Cito também os fisioterapeutas que em muitas industrias já estão inseridos no SESMT, pela capacidade de colocação no mercado decorrente da existente Especialização em Fisioterapia Ocupacional..
Vamos mostrar que a Audiometria é apenas uma ferramenta para um controle evolutivo das perdas auditivas, criando um bom Gerenciamento Audiológico, o qual nos dará ferramentas importantíssimas para a elaboração de um Programa de Conservação Auditiva - PCA extremamente qualificado.
Está na hora de quebrarmos o paradigma supramencionado. Para tanto, a fonoaudiologia precisa de unir para FAZER ISSO ACONTECER !!
Luciana Pinto de Azevedo Fritsch
Crfa 8363-RS
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Aniversário da Vereadora Sofia Cavedon

Os Fonoaudiólogos Fernando Cruz e Cristina Moreira (Professora do IPA) estiveram presentes no Aniversário da Vereadora de Porto Alegre Sofia Cavedon (PT). A Vereadora, que é professora de Educação Física, tem histórico na luta pela Educação e está defendendo o projeto de Saúde Vocal dos Professores no Município de Porto Alegre-RS.
O Conselho Regional de Fonoaudiologia 7ª Região prestigia os políticos que defendem as nossas causas, prestigiando a profissão de Fonoaudiólogo e valorizando o importante trabalho que desempenhamos na Comunicação Humana.
Claudio Gabana - Fonoaudiólogo - Crefono: 8833-RS/T-RJ - 1ª Região - Rio de Janeiro
OPORTUNIDADES - AERONÁUTICA
Boa Tarde,
Encaminho release sobre a abertura de concurso para nível superior na Aeronáutica. Solicito a gentileza de divulgar para os profissionais cadastrados nesse Conselho. O salário inicial líquido é de R$ 4.789,92.
Atenciosamente,
Franciane Meleu Ferreira
Tenente Relações Públicas
Departamento de Ensino da Aeronáutica
Aeronáutica inscreve para 160 vagas de oficiais temporários
A Força Aérea Brasileira inscreve entre os dias 16 de agosto e 23 de setembro para o exame de admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários (EAOT). Esse ano foram abertas 160 vagas para 23 profissões. O valor da taxa de inscrição é de R$ 100,00. Para inscrever-se o candidato não deve completar 43 anos até o dia 31 de dezembro de 2011
O Processo Seletivo é constituído das seguintes etapas: Exame de Escolaridade e Conhecimentos Especializados, Inspeção de Saúde (INSPSAU), Exame de Aptidão Psicológica (EAP) e Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF). A prova escrita ocorre no dia 21 de novembro em dezesseis cidades brasileiras. A prova de redação será aplicada apenas para as especialidades de Jornalismo, Relações Públicas, Publicidade e Propaganda, Serviços Jurídicos, Pedagogia e Magistério.
O candidato aprovado em todas as etapas do certame fará o Estágio, que tem duração de 13 semanas, no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR), em Belo Horizonte (MG). Concluindo-o com aproveitamento, será nomeado Segundo-Tenente, sendo designado para servir em Organização Militar da localidade escolhida no ato da inscrição. O edital pode ser acessado na página www.fab.mil.br.
LOCALIDADES PARA REALIZAÇÃO DAS PROVAS
Belém – PA , Recife – PE, Fortaleza – CE, Salvador – BA, Natal – RN, Rio de Janeiro – RJ, Belo Horizonte – MG, São Paulo – SP, Campo Grande – MS, Canoas – RS, Curitiba – PR, Florianópolis – SC, Brasília – DF, Manaus – AM, Boa Vista – RR, Porto Velho – RO,
Vagas por Especialidades :
Administração (ADM) – 07; Análise de Sistemas (ANS) – 15; Arquitetura (AQT) – 02; Arquivologia (AQV) – 04; Serviço Social (ASS) – 09; Biblioteconomia (BIB) – 05; Ciências Contábeis (CCO) – 11; Economia (ECO) – 03; Educação Física (EFI) – 03; Enfermagem (ENF) – 25; Estatística (EST) – 06; Fisioterapia (FIS) – 03; Fonoaudiologia (FON) – 04; Jornalismo (JOR) – 03; Magistério Língua Inglesa (MLI) – 01; Nutrição (NUT) – 05; Pedagogia (PED) – 11; Psicologia Educacional (PSE) – 04; Psicologia Clínica (PSL) – 11; Psicologia Organizacional e do Trabalho (PSO) – 09; Publicidade e Propagada (PUP) – 02; Relações Públicas (REP) – 05; Serviços Jurídicos (SJU) – 12.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
FONOAUDIÓLOGO: COMO EU FAÇO PESQUISA? SCIELO - Módulo 1
Resolvi escrever aqui sobre como fazer pesquisas nas diversas bases de dados que existem.
É importante salientar que somos braço das Ciências da Saúde (aqui no Rio de Janeiro, na minha Universidade, ainda denomina-se Ciências Médicas) portanto, por mais que sejamos apaixonados pela Linguística, pela Educação e pela Psicologia (Ciências Humanas e Sociais), estamos mesmo é na grande área das Ciências da Saúde.
Vou começar falando de uma base de dados trilingue, o SCielo (que já ouvi em curso o povo achando que era um site da Profa Dra Fga Carla Cielo -NADA A VER!).
O SCielo (Scientific Electronic Library Online) [www.scielo.br] abre em inglês, mas no menu esquerdo você pode trocar para espanhol ou português. Vamos começar trocando para português para ficar mais fácil.
PRONTO! Aí o texto que estava assim:
The Scientific Electronic Library Online - SciELO is an electronic library covering a selected collection of Brazilian scientific journals.
Ficará assim:
A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros.
Melhorou né?
Aí na parte de cima da página há três opções: PERIÓDICOS, ARTIGOS E RELATÓRIOS.
Vou começar hoje pelo simples. Achar as duas revistas brasileiras Qualis A de Fonoaudiologia: Pro-Fono e CEFAC.
1) Vá em PERIÓDICOS e clique em pesquisa de títulos
2) Se aparecer uma janela pedindo idioma, deixe português e na barra de navegação, deixe não.
3) Aí irá aparecer um campo para digitar: ENTRE UMA OU MAIS PALAVRAS. Comecemos digitando 'CEFAC' e selecionando 'qualquer palavra (or)'
4) Clique em Pesquisa
5) VOILÁ! Apareceu o link da Revista do CEFAC!
6) Clique no link Revista CEFAC
7) Aí irá abrir a página da revista, no lado esquerdo da tela, você encontrará a data de atualização, os idiomas, sobre nós, corpo editorial, instruções aos autores, assinaturas e estatísticas. No centro tem um campo de pesquisa...
8) Vamos pesquisar um autor de fácil acesso? Que tal Irene Marchesan? Aqui você pode escolher pesquisar quem quiser! Mas para fins didáticos, vou ver o que aparece da Marchesan: Aparecem 5 artigos da autora, dentro da Revista CEFAC.
9) Agora é com vocês! Pesquisem as revistas e podem ir me fazendo perguntas por aqui mesmo.
Encerro o Módulo 1, no Módulo 2, vamos aprender a pesquisar os autores direto.
Abraços e espero ter ajudado,
Claudio Gabana, Fonoaudiólogo Gaúcho radicado no Rio de Janeiro - RJ. Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas da UERJ - PGCM-FCM-UERJ
ENQUETE: QUAL A SUA ÁREA DE ATUAÇÃO NA FONOAUDIOLOGIA?
Depois de algumas manifestações silenciosas, resolvi voltar a escrever na 1ª pessoa.
Conforme a solicitação de colegas, fiz uma enquete bastante simples, solicitando a participação para sabermos com o que o pessoal está trabalhando:
Na enquete, você só poderá marcar uma opção.
Qual a sua área de atuação?
Coloquei todas as especialidades oficiais da Fonoaudiologia.
Sei como Linguagem é ampla (acho que a maior de todas) mas se você trabalha em consultório com terapia, atendendo voz, M.O. e linguagem (LGG) há esta opção. E se além disso, você opera um audiômetro, ainda temos esta opção (Vou da Audiologia a Linguagem).
Agora que todas e todos estão sabendo da enquete, por favor, VOTEM!
Abraços
Claudio Gabana, Fonoaudiólogo Gaúcho radicado no Rio de Janeiro - RJ. Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas da UERJ - PGCM-FCM-UERJ
terça-feira, 10 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Explicação sobre o que é FONOAUDIOLOGIA realizada pelos alunos do Colegio Nossa Senhora do Carmo, em Paritins-AM
http://cnscparintins.blogspot.com/2010/08/cursos-e-profissoes-fonoaudiologia.html
O blog é construído pelos alunos do Colégio. Este é o texto deles falando sobre Fonoaudiologia:
Informações preliminares sobre a 3ª JORNADA ACADÊMICA DA UFSCPA
3ª Jornada Acadêmica de Fonoaudiologia da UFCSPA |
• Entidade Promotora: Curso de Fonoaudiologia • Investimento: Comunidade Externa: R$ 15,00 Comunidade Interna: R$ 10,00 |
sábado, 7 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
www.programabocanotrombone.com.br Escutem, divulguem e colaborem!
Ola Marlene, tudo bem? conforme nosso contato pelo facebook, a Audição Aparelhos Auditivos esta patrocinando o quadro dica de saúde do programa Boca no Trambone na Band AM que vai ao ar todos os sábados das 8:00 às 9:30 da manhã, as dicas estão relacionadas a área da Fonoaudiologia e temos em média 1 minuto de inserção. Realizamos até o momento dicas sobre a voz, audição e fonoaudiologia e suas áreas de atuação, como recebi o email sobre o projeto de divulgação de datas importantes na fonoaudiologia, estamos abertos para sugestões de textos de 1 minuto para incluirmos no dica de saúde. Podes conferir os programas do mês passado no site: www.programabocanotrambone. Grato Leandro Sant'Anna Fonoaudiólogo |
A liga de Saúde Coletiva da UFCSPA convida para:
Teste da orelhinha torna-se obrigatório
reunião da comissão de educação da Câmara sobre saúde vocal no magistério - PORTO ALEGRE-RS
IMPORTANTE OS COLEGAS SE INTERAREM!
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Depoimento Aline Prikladnicki
Atende-se pacientes que vêm encaminhados por dentistas, ortodontistas (pacientes com aparelhos fixos nos dentes), bem como pacientes com aparelhos móveis (ortopedia funcional dos maxilares) para trabalhar as questões basicamente estruturais (mecânicas que se chama). Se você perguntar ao dentista o que nós vamos fazer, ele irá te dizer que vamos trabalhar com a sua língua, mas aí você chega em nós e lhe explicamos que temos que trabalhar a mastigação, o engolir (deglutição).
Há também a parte da Neurologia. Os encaminhamentos de neurologistas são para atuar em questões estruturais e funções alteradas por algum acidente neurológico, como AVC (acidente vascular cerebral, popularmente conhecido como Derrame/Isquemia), TCE (traumatismo cranioencefálico, batida na cabeça em um acidente de carro, moto, etc) ou mesmo crianças com malformações (lábio-leporino e mal formação no cérebro), doenças neurodegenerativas (Mal de Parkinson, Mal de Alzheimer), paralisia cerebral.
Enfim, é uma área bastante abrangente desta especialidade da fonoaudiologia, assim como das outras áres também.
Tenho paixão por nossa ciência que ainda está em construção a cada dia e urge cada vez mais profissionais interessados em fazer a fonoaudiologia crescer e ficar popular.
É muito gratificante ser fonoaudióloga!!!!
Depois de um tempinho...
Estamos ainda organizando o blog.
Espero que mesmo assim as e os colegas fonoaudióloga/os tenham enviado o endereço as pessoas que precisam saber o que fazemos.
Na sequência segue o post da Colega Fonoaudióloga Aline Prikladnicki falando de como é ser Fonoaudióloga.
Gostaria de parabenizar as outras pessoas que nos acompanham atualmente. A colega Kelly Nagy
está se empenhando bastante no aprimoramento do layout do blog.
Abraço a tod@s
Claudio Gabana - Fonoaudiólogo - Crefono 8833-RS/T-RJ - 1ª região-Rio de Janeiro